Entre os bancos vazios, o inverno e o frio.
Há um reflexo sobre águas como se fosse um rio.
Uma esperança que nasce no horizonte,
Transmutando cores diversas, ao longe um monte.
As folhas secas das árvores desnudas
Não me impedem de ter a certeza
De que a vida segue e a natureza muda.
O que um dia foi cinza, solidão e tristeza,
Renascerá com mais cor, vida e beleza.
Como uma estação que passa,
Como é certo que a noite que vem,
Que o dia novamente renasça nas cores do bem,
E, que o arco-íris nos traga a esperança do além!
(Poesia autoral premiada com o 1º Lugar na categoria sênior do prêmio Guaíba, uma cidade poética de 2020.)